Ontem recebi a mensagem de um amigo com um link para um vídeo. Falava sobre entrega, sobre contemplar a Deus e reconhecê-lo como seu dono. Essas palavras parecem se exprimir de maneira vaga em alguns momentos. Entre pensamentos e orações, neste domingo, nas primeiras horas do dia, pensei em como elas se refletiriam em mim, hoje. Como seria essa entrega agora, nestes dias, para mim. Logo uma frase me veio à mente: "Eu olhei a tristeza nos olhos e sorri". Acho que entrega não é apenas aquilo que damos diretamente "ao reino" ou em obediência à uma doutrina, mas também aquilo que exprimimos diante das diferentes situações que se apresentam à nós. Não acredito em um Deus que nos fará imunes aos problemas e a dor, mas acredito em um Deus que caminha conosco independente delas. Um Deus que se fez homem e enfrentou Ele mesmo problemas e dor. E em meio a tudo isso, se doou à nós. E se alegrou. Se alegrar e em momentos tristes não é uma forma de se esconder, mas é uma reação à certeza daquilo que está por vir, ainda que não possamos ver e nem exista algo que nos leve a essa esperança. Certeza que os nossos dias, assim como nossa fé, estão nas mãos de alguém em quem podemos confiar. A frase que me veio à mente é de uma música chamada 17 de janeiro. Olha só... a data de hoje. Que em cada estação eu aprenda a sorrir. E que na dor, nasça o melhor de mim.
As vezes a tristeza toma conta de nós de tal forma que fica tão difícil sorrir, mas ter a certeza que Deus tem sempre o melhor para aqueles que o amam nos faz seguir em frente.
ResponderExcluirBjos, Lú.